Governo Geral e os Provinciais da Ordem das Mercês realizam peregrinação à Basílica São Pedro durante o Ano Jubilar

O Governo Geral e os Provinciais da Ordem da Bem-Aventurada Virgem Maria das Mercês, reunidos na Cúria Geral em Roma para V Conselho de Provinciais, realizaram uma peregrinação à Basílica de São Pedro por ocasião do Ano Jubilar “Peregrinos da Esperança”, convocado pela Igreja.

O momento expressou a profunda comunhão da Ordem das Mercês com o caminho espiritual proposto pelo Papa para este Jubileu: um tempo de graça, conversão e renovação da esperança cristã. O Ano Santo convida todos os fiéis a fortalecerem sua fé e assumirem com novo zelo o compromisso com a misericórdia — dimensões centrais do carisma redentor da Ordem.

Um gesto de fé, unidade e fidelidade à Igreja

Durante a peregrinação, os mercedários atravessaram a Porta Santa, gesto característico do Ano Jubilar, que simboliza a abertura do coração à graça de Deus e o desejo de vida nova. Esse momento marcou profundamente a caminhada espiritual dos religiosos, que renovaram sua entrega a Cristo e seu compromisso de serviço à Igreja.

A visita à Basílica São Pedro também recordou a relação histórica entre a Ordem Mercedária e o Ministério Petrino, presente desde sua confirmação pontifícia em 1235. Diante do túmulo do Apóstolo, os religiosos rezaram por toda a Família Mercedária e reafirmaram sua fidelidade à missão confiada pelo Evangelho.

Mercedários como “Peregrinos da Esperança”

A participação no Ano Jubilar reforça a convicção de que a missão da Ordem permanece atual diante dos desafios do mundo contemporâneo, especialmente onde há sofrimento, perseguição ou situações que ameaçam a dignidade e a fé cristã.

Como peregrinos da esperança, os Provinciais e o Governo Geral pediram a Deus que este Ano Santo seja fonte de renovação missionária, fraternidade e graça para todos os Mercedários espalhados pelo mundo.

Apresentação ao Papa Leão XIV – Campanha Redentora 2025-2026

Sua Santidade o Papa Leão XIV e seu servo, Pe. Leoncio Osvaldo Vivar Martínez, atualmente Superior Geral da Ordem das Mercês na Igreja, saúdam-no e expressam sua gratidão em nome dos meus confrades religiosos, membros do Conselho Geral, que me acompanham na animação da Ordem: Pe. Eduardo Navas Guerrero, Diretor do Secretariado da Vida Religiosa e Secretário Geral; Pe. Reginaldo Roberto Luiz, Postulador e Diretor do Secretariado da Pastoral Mercedária; Pe. Víctor Sundar Raj, Diretor do Secretariado das Vocações, Formação e Estudos; Pe. Damaso Masabo, Diretor do Secretariado de Animação e Economia, que não está presente por motivos alheios à sua vontade, mas gostaria de estar presente em tão importante encontro com Vossa Santidade. Queira aceitar as cordiais saudações e bênçãos de todos os religiosos da Ordem.

Gostaríamos de expressar nossa grande alegria e gratidão a Deus por sua eleição como sucessor de São Pedro, para guiar espiritualmente a Igreja Universal; para guardar, ensinar e difundir a fé cristã. Manifestamos nossa disposição de colaborar estreitamente com você, como afirmam nossas Constituições: “Seguindo São Pedro Nolasco e iluminados por seu carisma, nós, Mercedários, acreditamos que nossa missão redentora pertence à natureza da Ordem e a exercemos em nome da Igreja, a partir de uma íntima comunicação com Deus e de uma verdadeira encarnação nas necessidades da humanidade.”

Para cumprir esta missão, movidos pela caridade, consagramo-nos a Deus com um voto particular, chamado REDENÇÃO, em virtude do qual prometemos dar a nossa vida como Cristo deu a sua por nós, se necessário, para salvar os cristãos que correm o extremo perigo de perder a fé nas novas formas de cativeiro” (COM 13 e 14).

O voto de Redenção que professamos, além de continuar a exercê-lo por meio de diversas obras de misericórdia em diversas partes do mundo em relação à Igreja necessitada, desejamos continuar a visitar e libertar os cristãos perseguidos por sua fé, pois: “O espírito mercedário pressupõe fundamentalmente a descoberta de Cristo que continua a sofrer entre os cristãos oprimidos e cativos, em risco de perder a fé; e assume o compromisso concreto da caridade, colocando a própria vida a serviço desses irmãos e irmãs para que vivam a liberdade de serem filhos de Deus. Por isso, nós, mercedários, devemos ser fortes na fé, destacados na caridade e firmes na esperança do Reino de Deus” (COM 9).

Compartilhamos com Sua Santidade sua avaliação da perseguição aos cristãos, levando em consideração o “crescente assédio que sofrem em várias partes do mundo: são perseguidos, condenados e assassinados”, mensagem que Sua Santidade expressou na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, concluindo que: “Lamentavelmente, apesar do fim das ditaduras do século XX, a perseguição não terminou” (Papa Leão XIV, discurso durante a cerimônia na Basílica de São Paulo Fora dos Muros).

Para renovar especificamente nosso carisma fundacional, organizamos uma GRANDE MISSÃO REDENTORA, levando em consideração a perseguição aos cristãos no mundo, que, como sabemos, tem crescido enormemente. Em mais de 50 países, existe a dramática realidade da perseguição, do cativeiro e até do assassinato de cristãos que preferem morrer a renunciar à fé em Cristo como Redentor do mundo. É um fato real que hoje existem grandes mártires do nosso tempo. Como Mercedários, queremos ser uma resposta concreta a esta grande emergência global.

A missão redentora será realizada dentro da Ordem por meio da participação dinâmica de todas as Províncias, organizando e promovendo “Campanhas Redentoras” em preparação ao 800º aniversário da Confirmação Pontifícia da Ordem, realizada em 17 de janeiro de 1235, pelo Papa Gregório IX.

Rogamos a Deus que nos conceda a graça de continuar sendo um sinal profético do Reino de Deus, realizando nossa missão carismática com generosidade e alegria. Confiamo-nos à amorosa intercessão de nossa Mãe, a Virgem Maria da Misericórdia, de nosso Fundador, São Pedro Nolasco, e especialmente à bênção de sua santidade como sucessor de São Pedro.

Farol de Libertação: a Campanha Redentora da Ordem das Mercês em favor dos cristãos perseguidos

A Ordem da Bem-Aventurada Virgem Maria das Mercês lança a Campanha Redentora 2025-2026, com o tema Farol de Libertação. O objetivo é unir a família mercedária em todo o mundo para apoiar cristãos perseguidos na Nigéria e na Síria, países que hoje vivem uma das situações mais graves de violência contra a fé.

A caridade sempre foi o coração da vida cristã. Desde os tempos apostólicos, os fiéis se uniam em coletas para ajudar comunidades em necessidade (cf. 2Cor 8,1-4). No século IV, Santo Ambrósio já afirmava que a Igreja deveria estar disposta a abrir mão até dos vasos sagrados para libertar os cativos.

Essa tradição ganhou nova força no século XIII, quando São Pedro Nolasco fundou a Ordem da Bem-Aventurada Virgem Maria das Mercês. Inspirado por Cristo Redentor e pela Virgem das Mercês, ele dedicou sua vida e recursos para resgatar cristãos escravizados.

Desde então, a Campanha Redentora faz parte da identidade mercedária. Ao longo de séculos, frades e leigos se organizaram para arrecadar fundos, libertar prisioneiros e testemunhar a caridade redentora. Agora, às portas do Jubileu de 800 anos da Ordem (2035), essa missão se renova com novo vigor.

Por que falar em perseguição religiosa hoje?

Muitos pensam que a perseguição religiosa é apenas parte da história antiga. Mas a realidade é dura: em pleno século XXI, milhões de cristãos ainda sofrem discriminação, violência e até o martírio por professarem sua fé.

O Relatório sobre a Liberdade Religiosa no Mundo, da Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), revela que em 61 países, onde vivem quase 5 bilhões de pessoas, a liberdade religiosa é violada. Governos autoritários, grupos extremistas e até mesmo pressões culturais impõem restrições, ameaças, sequestros e assassinatos.

Como dizia Tertuliano nos primeiros séculos: “O sangue dos mártires é semente de cristãos.” Essa verdade permanece viva hoje.

Nigéria e Síria: ataques contra comunidades cristãs

A Nigéria é um dos países mais atingidos pela perseguição. No Natal de 2023, mais de 300 cristãos foram assassinados em ataques coordenados a mais de 20 aldeias, muitas delas incendiadas. Mulheres, crianças e idosos foram mortos, e milhares perderam suas casas.

Os sobreviventes, agora deslocados, encontram refúgio na Igreja. Mas os relatos mostram um cenário devastador: padres e religiosas sequestrados, comunidades destruídas e jovens apedrejados até a morte apenas por causa da fé em Cristo.

Apesar disso, a fé resiste. Em meio à dor, as comunidades cristãs continuam se reunindo, celebrando e testemunhando esperança.

A guerra civil síria reduziu drasticamente a presença cristã no país. Em 2011, eram 1,5 milhão. Hoje, não passam de 250 mil. Regiões inteiras foram esvaziadas, e aldeias cristãs desapareceram sob a violência de grupos extremistas.

O cardeal Mario Zenari, núncio apostólico na Síria, descreveu com dor: “Estamos vendo a Igreja morrer.”

A tragédia síria não é apenas humanitária, mas espiritual: a presença cristã, que remonta aos tempos apostólicos, corre risco de desaparecer.

Farol de Libertação

Diante dessa realidade, a Ordem das Mercês lança a Campanha Redentora 2025-2026 com o tema Farol de Libertação.

O farol é símbolo de orientação e esperança: luz que atravessa a escuridão e aponta o caminho seguro. A Igreja, representada como a barca de Pedro, avança em meio ao mar revolto da perseguição, guiada pela luz do carisma mercedário.

A logo da campanha reúne elementos da tradição mercedária:

  • Cruz de Malta – sinal de fé, entrega e martírio;
  • Quatro barras vermelhas – memória do sangue derramado por Cristo e pelos mártires;
  • Mar revolto e luz que rompe as trevas – lembrança das provações e da vitória de Cristo.

Assim, cada religioso e devoto de Nossa Senhora das Mercês é chamado a ser um farol de libertação para os irmãos perseguidos na fé.

Como participar

A Campanha Redentora é um convite para todos:

  • Conhecer a realidade dos cristãos perseguidos;
  • Rezar pelos que sofrem por causa da fé;
  • Contribuir com doações que chegarão diretamente às comunidades na Nigéria e na Síria.

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De Brasília para o Mundo: O Encontro do Conselho de Provinciais da Ordem das Mercês

Entre os dias 21 e 25 de abril de 2025, Brasília foi palco de um importante encontro da Ordem de Nossa Senhora das Mercês: o Conselho de Provinciais, que reuniu os provinciais de oito províncias mercedárias, juntamente com o Mestre Geral, Frei Leoncio Osvaldo Vivar Martínez, O. de M., no Centro Cultural de Brasília, Asa Norte. O evento foi marcado por momentos de fraternidade, oração, reflexão e planejamento para o futuro da Ordem, em espírito de comunhão e corresponsabilidade.

Os provinciais presentes vieram das seguintes províncias: Quito, Peru, Argentina, México, Castilla, Brasil, Aragão e Chile. Ao longo dos dias, os frades se reuniram para refletir e dialogar sobre temas essenciais à vida e à missão mercedária, com destaque para a assessoria oferecida pelo Fernando Kuhn, da Congregação dos Claretianos, que abordou com profundidade o tema da identidade religiosa mercedária.

Além das sessões de trabalho, os participantes viveram momentos de espiritualidade e convivência. Um dos destaques do encontro foi o passeio cultural por diversos pontos turísticos da capital federal, guiado por Juan Luis Hermida Stefani. O itinerário incluiu visitas à Torre de TV, Memorial JK, Quartel General do Exército, Parque da Cidade, Santuário Dom Bosco, Catedral Metropolitana, Esplanada dos Ministérios, Congresso Nacional, Praça dos Três Poderes, Ponte JK e Palácio do Itamaraty.

Na noite do dia 24, os frades participaram de uma Missa em sufrágio pela alma do Papa Francisco, celebrada na Paróquia Sagrado Coração de Jesus e Nossa Senhora das Mercês, na Asa Sul. A celebração, profundamente comovente, foi presidida por Frei Leoncio e concelebrada pelos provinciais presentes.

Após a missa, um jantar cultural foi oferecido ao conselho, religiosos da comunidade local, irmãos maiores da ordem e amigos, enriquecido por apresentações vibrantes de capoeira e dança tradicional. O público foi agraciado com a energia contagiante da Escola do Mundo, sob a condução do Mestre Ligeirinho; do Grupo Raça, com os Mestres Aroeira e Fred Cachorrão; e do Grupo do Mestre Huguinho. Também houve a belíssima apresentação da quadrilha junina “Sabugo de Milho”, que encantou os presentes com sua coreografia e animação.

O encontro foi encerrado com gratidão e esperança, fortalecendo os laços entre as províncias e reafirmando o compromisso da Ordem das Mercês com sua missão redentora no mundo de hoje.

Frei Rafael Assunção: Liberdade e a Vocação

Após viver intensamente os dias de sua Profissão Solene e Ordenação Diaconal, Frei Rafael A. Assunção compartilhou conosco um depoimento sobre sua vocação e missão mercedária. Confira a seguir a síntese desse momento de graça e entrega.

Nos dias 7 e 8 de março de 2025, Frei Rafael A. Assunção, O. de M., viveu dois momentos cruciais de sua jornada vocacional: a Profissão Solene e a Ordenação Diaconal. Após essas celebrações, o frei compartilhou um depoimento pessoal, refletindo sobre a experiência e o significado desses momentos para sua vida e missão. “Vivi intensamente esses dois dias, 7 e 8 de março, datas importantíssimas para mim”, expressou ele, em um gesto de gratidão a Deus pela vocação recebida.

No dia 7 de março, Frei Rafael fez seus votos solenes, consagrando-se definitivamente a Deus e à Igreja. A celebração foi presidida pelo Mestre Geral da Ordem, Pe. Fr. Leoncio Osvaldo Vivar Martínez, O. de M., sucessor de São Pedro Nolasco. Para Frei Rafael, a Profissão Solene foi mais que um rito litúrgico; foi um ato de total entrega, renovando seu compromisso com o carisma mercedário.

A cerimônia teve grande significado espiritual. Frei Rafael destacou a missão de levar a liberdade aos cativos da fé, uma missão que ele abraça com fervor. “Levar a liberdade é um compromisso diário, é viver e testemunhar a liberdade, tanto física quanto interior”, refletiu. A celebração contou com a presença de familiares, amigos, religiosos e fiéis, que acompanharam com alegria o compromisso definitivo de Frei Rafael.

No dia 8 de março, Frei Rafael foi ordenado diácono por Dom Carlos Lema Garcia, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo. O frei descreveu o momento como uma grande graça. “Foi um momento de intensa alegria poder reunir minha família e minha comunidade para render graças a Deus pelo dom da vocação”, compartilhou. Como diácono, Frei Rafael assume a missão de serviço, proclamando o Evangelho, auxiliando nos sacramentos e dedicando-se à caridade, enquanto se prepara para o sacerdócio.

Em seu depoimento, Frei Rafael falou também sobre a importância da liberdade. “A liberdade é um dom precioso que não pode ser tirado de ninguém”, afirmou ele, destacando o compromisso de levar a verdadeira liberdade aos outros. “É necessário ser visita e fazer visita”, disse, lembrando que a missão mercedária é também um convite à vivência da liberdade interior, além da física.

Frei Rafael também ressaltou o impacto do carisma mercedário no mundo e na Igreja. “O mundo precisa conhecer esse carisma, tão belo e desafiador”, afirmou, reconhecendo que a missão de liberdade que os mercedários abraçam é, ao mesmo tempo, uma responsabilidade e um chamado. Ele também lembrou as palavras inspiradoras do Mestre Geral, que comparou a missão de Moisés e São Pedro Nolasco com a sarça ardente, enfatizando a importância de aquecer os corações e conduzir o povo à liberdade.

Agora, após esses momentos de graça, Frei Rafael segue sua caminhada com renovado compromisso e esperança. Ele exercerá seu ministério em São Raimundo Nonato, no Piauí, com a missão de servir a Deus, à Igreja e aos mais necessitados. Com a intercessão de São Pedro Nolasco e a inspiração da Mãe das Mercês, ele se dedica ao exercício de seu ministério, levando a liberdade e a dignidade para aqueles que mais precisam. Sua vida consagrada é um testemunho de amor, liberdade e entrega a Deus, e ele nos convida a refletirmos sobre a liberdade em nossas próprias vidas, para que possamos, também, viver e compartilhar esse dom com o mundo.

Projeto Padaria Artesanal comemora um ano de transformação social no Distrito Federal

Nesta quinta-feira, 12 de dezembro, o Projeto Padaria Artesanal celebrou seu primeiro ano de atuação no Distrito Federal. O evento contou com a presença do Cardeal Dom Paulo Cezar Costa, da segunda-dama do Brasil, Lu Alckmin, do Diretor do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), Tiago Emmanuel, e do pároco da Paróquia Sagrado Mercês, frei Elionaldo Silva, onde o projeto teve início.

Durante a cerimônia, o Cardeal Dom Paulo destacou a relevância da iniciativa, que tem parceria com a Arquidiocese de Brasília. “Este projeto trouxe a iniciativa de São Paulo para a capital da República e, logo no início do ano, nasceu a parceria com a Arquidiocese. Nós abrimos nossos espaços, e o projeto começou aqui na Paróquia Sagrado Mercês, expandindo-se para outras partes do Brasil. Muitas pessoas já foram qualificadas e hoje podem ganhar seu pão com o fruto do seu suor, dignificando suas vidas e contribuindo para o fortalecimento da sociedade”, afirmou.

Lu Alckmin ressaltou os planos de expansão do projeto, enfatizando o impacto positivo da capacitação profissional na geração de renda. “A ideia é continuar expandindo as ações da Padaria Artesanal para atender mais pessoas e transformar vidas por meio da capacitação e da geração de renda”, declarou.

O pároco Frei Elionaldo Silva também destacou a essência transformadora da iniciativa: “Este projeto trouxe novas formas de esperança e dignidade. Foi uma grande alegria para nós sediar este dia especial de uma iniciativa que ajuda tantas pessoas.” Ele ainda agradeceu ao Cardeal Dom Paulo, reconhecendo sua liderança à frente da Arquidiocese: “Hoje, completam-se quatro anos de seu pastoreio conosco. Este foi um dos primeiros ‘sins’ que ele deu aqui, entre tantos outros, promovendo a dignidade das pessoas e o bem da nossa Arquidiocese.”

Desde seu lançamento oficial em novembro de 2023, a Padaria Artesanal já capacitou mais de 2.100 pessoas em 41 localidades do Distrito Federal, do entorno e de outros estados brasileiros. O projeto oferece formação em panificação para moradores de regiões em situação de vulnerabilidade social, com aulas sobre higiene, valor nutricional dos alimentos e técnicas de produção de pães enriquecidos e livres de conservantes químicos. Como parte das comemorações de um ano, foi lançado o site oficial do projeto, desenvolvido em parceria com o IBICT. O endereço eletrônico, padariaartesanal.ibict.br.

Créditos: https://arqbrasilia.com.br/projeto-padaria-artesanal-comemora-um-ano-de-transformacao-social-no-distrito-federal/

Noite da Inspiração da Ordem das Mercês

Era a noite do primeiro para o segundo dia de agosto de 1218. Segundo as antigas crônicas, São Pedro Nolasco ponderava sobre a possibilidade de se retirar para um deserto. Durante suas orações, consultando a Deus, a Santíssima Virgem Maria apareceu-lhe, instruindo-o a não se retirar para a solidão, mas sim a fundar uma nova ordem religiosa. A Ordem da Bem-Aventurada Virgem Maria das Mercês, teria como missão exercer caridade com os cativos, libertando-os da escravidão. A Virgem também indicou que ele deveria ser o primeiro a vestir o hábito branco da nova ordem.

São Pedro Nolasco conferiu sua visão com seu confessor São Raimundo de Peñafort e com o rei Dom Jaime I de Aragão, e ambos relataram ter recebido a mesma mensagem. Com o apoio do bispo de Barcelona, Dom Berenguer de Palou, e outros prelados, começaram as diligências para fundar a Ordem das Mercês. O nome da nova instituição, revelado divinamente, indicava claramente seu propósito: a redenção de cativos cristãos.

O evento da revelação da Santíssima Virgem a São Pedro Nolasco e outros envolvidos foi inicialmente de caráter privado. Poucas pessoas souberam no início, mas os efeitos dessa revelação deixaram marcas profundas na época de São Pedro Nolasco, perceptíveis até hoje. Uma nova devoção começou a honrar a Santíssima Virgem com a invocação da Misericórdia, e um grupo de homens heroicos, liderados por São Pedro Nolasco e movidos por essa devoção, dedicou-se a salvar seus irmãos cativos. Essa devoção e coragem foram o que mais impressionou a geração do século XIII.

A fundação da Ordem das Mercês foi um marco significativo na história da Igreja Católica. São Pedro Nolasco, estabeleceu uma rede de resgate que se estendia por toda a Europa e além, arrecadando fundos e negociando a libertação de cristãos escravizados pelos muçulmanos. A ordem cresceu rapidamente, recebendo apoio de diversas partes da sociedade medieval, incluindo nobres, comerciantes e clérigos.

A espiritualidade da Ordem das Mercês era profundamente enraizada na devoção à Virgem Maria, considerada a guia e protetora da missão redentora. O hábito branco dos mercedários simbolizava a pureza e a misericórdia, refletindo o compromisso com a libertação dos cativos e a caridade cristã. Ao longo dos séculos, a ordem continuou a evoluir, adaptando-se às necessidades de cada época, mas sempre mantendo a missão de redenção como seu núcleo central.

Hoje, a Ordem das Mercês mantém viva a chama da caridade e da misericórdia, trabalhando em diversas frentes para ajudar os necessitados e promover a justiça social. A noite de inspiração de São Pedro Nolasco permanece como um testemunho poderoso da fé e da dedicação à causa dos cativos, lembrando-nos da importância de agir em prol dos oprimidos e vulneráveis em nossa sociedade.

A importância do perdão para a saúde mental

Com este post, encerramos a série de conteúdos sobre o perdão. E nada melhor do que fecharmos com chave de ouro, unindo perdão à saúde mental! A relação entre esses dois aspectos fundamentais da vida humana é profunda e muitas vezes ignorada.

Perdoar, embora seja um ato pessoal e desafiador, desempenha um papel significativo na promoção da saúde mental e no processo de cura emocional. E devido a correria da vida e da missão pastoral, muitos acabam negligenciando o ato de perdoar até que sua ausência reflete na mente e no corpo.

Mas preparamos um conteúdo que nos ajudará a refletir e ao mesmo tempo colocar em prática ações que nos ajudarão a cuidar da mente a partir do perdão. Confira!

O que significa saúde mental?

Esse conceito é óbvio, porém vale a pena relembrar. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde): saúde mental é a síntese da totalidade do bem-estar de uma pessoa envolvendo seus diversos aspectos: físico, biológico, afetivo, social, econômico, ambiental, intelectual, cultural, moral. 

Como nos ensina a Doutrina da Igreja Católica, o ser humano é uma unidade – mente, corpo e alma. E por causa dessa unidade que se manifesta no dinamismo do íntimo do ser, todas as dimensões se conectam, se ligam e se expressam através do corpo.

Portanto, o cuidado com a saúde mental é indispensável! Disso depende a qualidade da nossa vida: nossos pensamentos, preocupações, hierarquia de valores, escolhas, relacionamento com os outros, estilo de vida, virtudes e atitudes diante dos desafios. 

Por isso o ditado popular está correto “quando a mente não pensa, o corpo padece”, ou seja, quando a mente está doente, estamos em estado de enfermidade. E isso não é a vontade de Deus para a humanidade, muitos menos para nós, seus filhos.

Fatores que afetam a saúde mental

O ser humano é filho do tempo em que vive e das relações que estabelece. Por mais que a gente não deseje que os problemas nos afetem, isso é inevitável porque não temos o controle sobre as situações da vida, sem contar que vivemos sob fortes tensões, exigências, padrões estabelecidos, violência, carências diversas etc.

Há ainda outros fatores sociais, culturais e modernos que influenciam positiva ou negativamente em nosso jeito de agir, pensar e responder às demandas da vida. Tudo isso reflete na saúde mental. Mas somos mais que as circunstâncias que nos envolvem. 

Viktor Frankl, médico psiquiatra, observando as atitudes dos prisioneiros no campo de concentração de Auschwitz, durante a Segunda Guerra Mundial, viu que a maioria entrava com as mesmas condições físicas, mas o processo de definhamento era muito diferente entre eles. 

Ele concluiu, então, que tudo dependia da “preservação mental” e da capacidade de dar sentido à própria vida naquela situação. A saúde mental, portanto, está intimamente relacionada à nossa capacidade de dar sentido para as nossas experiências, ou seja, para tudo aquilo que fazemos, sofremos, buscamos, temos e sonhamos. 

Como o perdão influencia no bem-estar mental

Falemos agora sobre o perdão e sua contribuição para a saúde mental. Não há como definir o perdão, mas podemos caracterizá-lo: perdoar envolve a liberação de ressentimentos; é um processo muitas vezes longo; uma decisão em benefício de si e do outro etc.

Perdoar, todavia, não significa aprovar ou esquecer o que aconteceu, mas sim libertar-se do peso emocional que esses sentimentos negativos causam. Ao perdoar alguém, por exemplo, não significa absolver a pessoa de suas ações, mas é uma maneira de a pessoa não ficar presa a situações, raivas, tormentos que prejudicam a saúde mental.

Por outro lado, a pessoa que perdoa é sempre alguém ferido e ao mesmo tempo maduro e capaz de seguir com um novo olhar sobre si e sobre as situações que o envolvem. O perdão não é simples, mas é um ato poderoso de cura que resulta em uma profunda paz interior.

Mas quem opta pelo perdão e faz o caminho para alcançá-lo ganha na loteria sem ter jogado, ou seja, recebe um presente inesperado: a liberdade emocional, espiritual e relacional porque se abre para o outro e começa um processo de restauração na história pessoal.

Perdoar para alcançar a saúde da mente e do corpo

Sem dúvida, perdoar não é um ato tão simples; e aqui não falamos de faltas leves, mas de problemas que ferem a natureza humana, como traição, violência física ou verbal etc. Por isso perdoar, na maioria das situações, é um processo longo e árduo. 

Mas aqui entra a capacidade de escolher o caminho certo à luz da Palavra de Deus que fala sobre perdoar até alcançar a cura plena: setenta vezes sete. Por isso, pensando na sua saúde mental, reunimos algumas dicas que ajudam nesse processo:

  • O perdão é uma escolha pessoal e está mais relacionado à sua atitude do que às mudanças externas;
  • Não é necessário esquecer o que aconteceu, mas sim se desprender da humilhação constante que a situação provoca dentro de você;
  • Reflita sobre o valor do perdão e reze para alcançar essa graça, pois essas duas ações modificam os pensamentos e encaminham para a cura interior;
  • Reconheça os sintomas negativos ligados a experiências ruins, como raiva, vergonha e tristeza, mas busque repensar a situação para criar um novo caminho emocional;
  • Procure ajuda de alguém para conversar, de preferência uma pessoa que não tenha relação com a situação vivida a fim de não influenciar nos seus sentimentos.
  • Por fim, perdoar regula a produção do hormônio cortisol e evita respostas emocionais impulsivas e irritadas, afetando positivamente a saúde mental.

“Quem tem a vontade, tem a metade!” (provérbio popular)

Com esses conteúdos, encerramos a série sobre o perdão com votos de que a decisão de perdoar se fortaleça, torne-se um processo e chegue à conclusão no tempo de Deus! Caso faltem as forças no caminho, entregue-se à misericórdia de Deus e tente novamente!

Tempo pascal e perdão

Na Quinta-feira Santa pela manhã, quando as dioceses celebram com o bispo a Missa dos santos óleos, termina o tempo da Quaresma e, ao entardecer do mesmo dia, inicia-se o Tríduo Pascal. Com ele, começamos o Tempo Pascal, o período que celebramos fortemente a ressurreição do Senhor.

Mas o que o Tempo Pascal tem a ver com o perdão? Será que a Quaresma não é suficiente para trabalharmos esse tema em nossas vidas? Por que falar sobre o perdão durante as festas pascais? Encontre essas respostas neste post que preparamos. 

Qual o significado do Tempo Pascal?

O Tempo Pascal é um momento privilegiado! Ele nos lembra, durante cinquenta dias, que Jesus Ressuscitou, Ele é a razão de nossa vida, o conteúdo de toda nossa fé, o motivo pelo qual os sacramentos existem e a Igreja é incansável na evangelização!

Dessa forma, a cada domingo, somos conduzidos ao encontro do Senhor vivo e encaminhados para partirmos em missão com a força do Espírito Santo, que se derrama sobre nós em Pentecostes, momento litúrgico que encerra o Tempo Pascal.

É interessante observarmos a liturgia da Palavra neste tempo. Ela é única; os textos são tirados dos quatro Evangelhos, mostrando as aparições do Senhor aos seus discípulos. Essas passagens são lidas apenas no Tempo Pascal, por isso devemos acompanhar com atenção e renovarmos nossas forças junto ao Senhor ressuscitado.

Por fim, a vivência do Tempo Pascal nos impulsiona ao anúncio da boa-nova. Mas qual o conteúdo dessa novidade? O Filho de Deus, que resumiu sua mensagem em apenas dois mandamentos: amar a Deus e ao próximo como a si mesmo. Aqui encontramos o primeiro sinal de que a Páscoa é também a festa da reconciliação entre Deus e a humanidade.

Perdão e Tempo Pascal caminham juntos!

Dom Gil Antônio Moreira, Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora, explicou com clareza o motivo pelo qual o Tempo Pascal está tão ligado ao perdão: 

“Páscoa é festa do perdão de Deus a nós, que somos frágeis, mas reconhecemos humildemente nossas faltas e queremos ter oportunidade de recomeçar.

Páscoa é festa do perdão aos irmãos que nos ofenderam e querem se reconciliar conosco para tudo reiniciar, como se nada tivesse acontecido. E isto é possível, pois o Senhor nos ensinou que é preciso perdoar 70 vezes 7.

Páscoa é festa do amor que se instala num coração que sabe perdoar, mesmo quando alguém nos ofende e ainda não se mostra arrependido, pois Páscoa é a festa que germina na mente que não paga o mal com o mal, mas responde o mal com o bem.”

Ou seja, quem experimenta a ressurreição do Senhor em sua vida, sente-se totalmente amado, e quem é amado assim, transborda amor e perdão, duas graças derramadas sobre nós através da Páscoa do Senhor. Amor e perdão são sinais do Ressuscitado em nós.

Quem ama o Senhor, vive uma constante Páscoa

O Tempo Pascal é, portanto, a festa da reconciliação de Deus conosco! E ela acontece de forma concreta, não houve um desejo de Deus em nos amar e perdoar, ao contrário, Ele nos amou e nos perdoou totalmente através de sua paixão, morte e ressurreição.

Esse gesto do Senhor nos garante a nova vida, o novo caminho, a possibilidade de começarmos e recomeçarmos a partir do amor e do perdão, e o Evangelho nos mostra todos os exemplos de vida nova através dos inúmeros testemunhos relatados.

Então, como viver segundo o Tempo Pascal? Veja algumas dicas simples:

#1 Aceitando o amor de Deus em primeira pessoa, ou seja: Deus me amou e me ama. Essa verdade é motivo de alegria, força e ânimo para seguir. O amor do Senhor ressuscitado nos devolve a autoestima, cura nossa vida e nos liberta das escravidões.

#2 Oferecendo o amor de Deus ao outro: a partir do amor do Senhor ressuscitado em mim, sou capaz de amar, perdoar e deixar o outro livre! Não há ressurreição sem libertação plena, logo, o perdão vem como uma decisão consciente de que Deus é maior que toda ofensa que sofremos.

#3 Colocando-se a serviço: os apóstolos tornaram-se ministros da paz após as inúmeras vezes que o Senhor Ressuscitado apareceu para eles. Da mesma forma, à medida que tomamos consciência da presença viva do Senhor, vamos, também, nos tornando anunciadores da paz, transportes de alegria, instrumentos de Deus para a vida do outro.

Parecem simples essas dicas? Na verdade, elas estão presentes na vida de quem crê no ressuscitado. E ao mesmo tempo são sinais de quem acolheu o perdão de Deus na vida e é capaz de testemunhá-la para o outro. 

Tempo comum: como viver bem esse tempo litúrgico

A Igreja é uma mãe que nos ensina a caminhar rumo ao nosso grande referencial que é Cristo. Mas a manifestação da vida do Senhor é um mistério infinito, que se divide em muitas etapas, momento e tempos, entre elas está o Tempo Comum, que, por sua vez, faz parte do ano litúrgico. E o ano litúrgico começa com o Advento e termina com a festa de Cristo Rei do Universo. 

Logo, o ano da Igreja não é igual ao ano civil. Além do Tempo Comum e do Advento, temos o Natal, a Páscoa e a Quaresma.

Agora, como todo cristão, precisamos colocar nossa vida em torno da pessoa que mais nos ama – Cristo. Para isso, conheçamos a pedagogia do Tempo Comum e como viver bem essa etapa.

Significado do Tempo Comum

O Tempo Comum é o maior tempo litúrgico da Igreja; ele é composto por 34 semanas, divididas em duas partes: a primeira começa após a Festa do Batismo do Senhor até a terça-feira de Carnaval; a segunda inicia após a festa de Pentecostes e conclui na Solenidade de Cristo Rei, no mês de novembro.

Nesse tempo, a Igreja se reveste de verde, que simboliza a esperança, na vinda do reino de Deus e nos proporciona leituras, celebrações que comunicam a vida pública de Jesus, que percorre toda Israel até chegar em Jerusalém e ser aclamado Rei.  

Assim como Jesus, somos enviados a ser missionários e anunciar o Reino de Deus para as pessoas, conduzir ao batismo aqueles que ainda não foram batizados e iluminar a vida daqueles que andam nas trevas. Essa é a nossa missão como cristãos! 

Como é o maior tempo litúrgico, há solenidades e festas importantes que se destacam, como: Santíssima Trindade; Solenidade de São Pedro e São Paulo; Assunção de Nossa Senhora, a Solenidade de Cristo Rei e a memória de muitos santos. 

Tempo Comum, o ano do evangelista Marcos!

O Tempo Comum está inserido no Ano Litúrgico da Igreja. Este, por sua vez, é dividido em 3 ciclos de leituras: no Ano A, lemos o Evangelho de Mateus; no Ano B, o Evangelho de Marcos; e no Ano C, o Evangelho de Lucas; já o Evangelho de João é reservado para as Solenidades. 

Cada evangelho é representado pelas seguintes imagens: um anjo, um leão, um touro e uma águia, respectivamente. A imagem do Leão deve-se à sua presença e o rugido forte que fazem referência à pregação imponente de João Batista sobre Cristo, apresentada pelo evangelista Marcos.

O centro do Evangelho de São Marcos é o segredo messiânico (1,34.44; 3,12; 5,43; 7,36; 8,26.30; 9,9), que não é apenas pedagogia em vista dos ouvintes do Evangelho, mas é uma condição da revelação do Messias – Deus e homem verdadeiro, Cristo.

O Messias é aquele que mostra uma nova ordem: “Quando ele ficou sozinho, os doze, que estavam com ele, perguntaram-lhe o sentido das parábolas. Ele lhes respondeu: “A vós é revelado o mistério do Reino de Deus” (4,10); Cristo revela sua divindade para os apóstolos.

Viver bem o Tempo da missão!

O Tempo Comum é o dia a dia, a missão, o cotidiano! O tempo que mais nos acompanha durante o ano. Podemos compará-lo à nossa rotina: acordar, levantar etc. O mesmo aconteceu com Cristo, Ele viveu o dia a dia, a missão, a nossa realidade e os desafios. 

Só que para os cristãos, a rotina associada ao Tempo Comum é enriquecida pela presença de Cristo, dos Apóstolos, da Virgem Maria e da Igreja. Ou seja, não estamos sozinhos e, nessa rotina, encontramos Cristo na Comunidade de fé e o levamos para a sociedade.

Assim, veja como viver bem o Tempo Comum e o quanto ele está unido à sua realidade: 

  1. Procurando sua Comunidade de fé, sua paróquia, movimento ou pastoral. Nela e com ela, somos acolhidos, fortalecidos e enviados para a missão;
  2. Testemunhando Cristo através da caridade fraterna, assim como fez Jesus! Ele deu atenção às pessoas e comunicou-lhes o centro do evangelho: o amor de Deus! Então, em qualquer lugar, podemos ser sinais do amor sem dizer uma palavra!
  3. Ir ao encontro do outro fora da Igreja, como nos pediu o Papa Francisco! Uma Igreja em saída! Realizando a missão presencialmente ou através dos recursos digitais, como Instagram, Facebook etc.
  4. Rezando ao Espírito Santo constantemente. Lembre-se de que o Tempo Comum começa com a festa do batismo de Jesus, que é também o nosso batismo. Então, peça ao Paráclito que o capacite e santifique para toda boa obra.
  5. Por fim, o Tempo Comum nos presenteia com um evangelho a cada ano, então, em 2024, busque a leitura do evangelho de Marcos; leia as reflexões do Papa Francisco aos domingos; aprofunde com estudos bíblicos e amadureça sua fé. 

Agora, após essas breves explicações, procure seguir o Mestre, esteja atento(a) às suas palavras e deixe que Ele transforme seu cotidiano em uma grande escola de fé.