Bakhita, a escrava que se tornou santa

O nome Bakhita significa “afortunada”. Mas não sabia a menina, raptada aos 9 anos, que a fortuna que a esperava iria libertá-la da escravidão para sempre e torná-la a padroeira dos escravos e intercessora pelos sequestrados.

São suas as seguintes palavras:

“Vendo o sol, a lua e as estrelas, dizia comigo mesma: Quem é o Patrão dessas coisas tão bonitas? E sentia uma vontade imensa de vê-Lo, conhecê-Lo e prestar-Lhe homenagem”.

Mas como uma menina que experimentou a dor da escravidão no corpo e na alma pôde oferecer tudo a Deus e perdoar seus torturadores? Essa é mais uma história incrível do amor de Deus, que não conhece fronteiras para salvar aqueles que ama! Confira!

A história de Bakhita começa no Sudão

Bakhita nasceu no Sudão, África, em 1869. Com apenas  9 anos a sequestraram da família. O trauma foi tão grande que ela esqueceu o próprio nome. Os raptores a venderam várias vezes nos mercados de El Obeid e de Cartum, e como escrava conheceu a dor, a humilhação e a violência.

Então, após quase 10 anos, na capital do Sudão, Bakhita foi comprada por um Cônsul italiano chamado Calixto Legnani. Depois de tanto tempo, ela que acostumou-se com o chicote e a repressão, recebeu afeto e atenção em sua nova casa.

Mas as situações políticas obrigaram o Cônsul a partir para a Itália. Bakhita pediu para ir junto, e assim atenderam a seu desejo.  Mas, na Itália, uma nova família a esperava; ela foi morar em Veneza e tornou-se babá de “Mimina”, filha do novo casal que a acolheu.

No entanto, os ventos sopraram novamente a favor de Bakhita: a esposa do casal precisou viajar para ajudar o marido nos negócios da família. Foi, então, que Bakhita e a menina foram confiadas às Irmãs Canossianas do Instituto dos Catecúmenos de Veneza. 

Bakhita encontra-se com a liberdade!

Durante nove meses, Bakhita e Mimina estiveram com as Irmãs Canossianas. Dessa forma viveu como que um tempo de gestação, tonando-se conhecida como a irmã “Chocolate” até o dia em que ela recebe o batismo com o nome de Giuseppina Margherita Fortunata. Logo depois, recebe também o crisma e faz a primeira comunhão.

Durante o tempo em que esteve com as Irmãs, ela encontrou-se com a fonte da liberdade e pediu aos patrões para seguir o caminho da vida religiosa como prova de seu amor a Deus, a quem passou a chamar com carinho de “o meu Patrão”.  

Assim, com 24 anos, em 1893, entra no noviciado das Canossianas. Três anos depois, Josefina Bakhita se consagrou para sempre a Deus como filha da caridade e, por mais de cinquenta anos, dedicou-se às diversas atividades da Congregação com humildade.

Era chamada de “Irmã Morena”, conhecida e estimada pelas Irmãs pela generosidade e pelo seu profundo desejo de tornar Jesus conhecido. Bakhita transformou toda a dor da escravidão em oferta a Deus, perdoou todos que a fizeram sofrer por causa de Cristo.

Testemunha do Amor

“Sede bons, amai a Deus, rezai por aqueles que não O conhecem. Se soubéssemos que grande graça é conhecer a Deus!”.

Bakhita falava o que sentia, transbordava gratidão por onde passava, porque dizia que tudo concorreu para que ela conhecesse a Deus.

Dessa forma, mesmo com a doença longa e dolorosa da velhice, Irmã Bakhita testemunhava fé, bondade e esperança cristã. A todos que a visitavam e lhe perguntavam como se sentia, ela respondia sorridente: “Como o Patrão quer”. 

Irmã Bakhita faleceu no dia 8 de fevereiro de 1947, na Casa de Schio, rodeada pela comunidade em pranto e em oração. Uma multidão acorreu logo à casa do Instituto para ver pela última vez a sua “Santa Irmã Morena”, e pedir-lhe a sua proteção lá do céu

Muitos foram os milagres alcançados por sua intercessão. Em 1992, foi beatificada pelo Papa João Paulo II e elevada à honra dos altares em 2000, pelo mesmo Sumo Pontífice. O dia para o culto de “Santa Irmã Morena” foi determinado o mesmo de sua morte.

Oração a Santa Bakhita

Ó Santa Josefina Bakhita, que, desde menina, foste enriquecida por Deus com tantos dons e a Ele correspondeste com todo o amor, olha por nós. Intercede junto ao Senhor para que cresçamos no Seu amor e no amor a todas as criaturas humanas, sem distinção de idade, de raça, de cor ou de situação social. Que pratiquemos sempre, como tu, as virtudes da fé, da esperança, da caridade, da humildade, da castidade e da obediência. Pede, agora, ao Pai do Céu, oh Bakhita, as graças que mais preciso, especialmente (pedido). Amém.

Dia Nacional do Livro: porque celebrar essa data?

O livro é tão importante que tem o dia de sua comemoração: 29 de outubro! Mas você sabe o porquê deste dia tão especial? Vamos recordar a história da chegada da Família real ao Brasil, em 1805, em fuga da invasão francesa a Portugal.

Então, com a mudança da realeza para a colônia, abriu-se, em 1810, a Biblioteca Nacional do Brasil, localizada no Rio de Janeiro, com os livros trazidos de Portugal, já que Dom João possuía um acervo enorme de livros em Portugal.

Mas hoje o livro não é privilégio de alguns como no tempo do Brasil colônia. Muito pelo contrário: ele é um recurso de aprendizagem, um instrumento de trabalho, um comunicador de fatos, um guardião da história e até um “amante” como diz Clarice Lispector.

Por isso, vamos honrar o livro com esse post e conhecer um pouco de sua história e importância. Desde já, faça memória dos livros que mudaram sua vida, porque, quando isso acontece, pessoas mudam o mundo.

A Bíblia foi o primeiro livro impresso!

Com a facilidade de manusear um livro hoje a gente nem  imagina como essa história começou. Na verdade, os primeiros registros gráficos aconteceram em “papiro” que era uma espécie de lâmina retirada do caule de uma planta e que possibilitava a escrita.

Com o tempo, essa técnica foi substituída pelo pergaminho, feito de pele animal, costurado, logo era bem resistente. Na idade média, chegou o papel e nasceram os livros. Mas a grande mudança aconteceu em 1455 quando o alemão Gutenberg criou uma prensa.

Ou seja, uma técnica que reproduzia letras e símbolos em alto relevo no metal. Isso provocou uma imensa evolução que se espalhou pela Europa e todo o mundo. O primeiro livro a ser impresso foi a Bíblia, em latim, contendo 1.282 páginas.

Já no Brasil, o primeiro livro impresso foi “Marília de Dirceu”, do escritor Tomás Antônio Gonzaga, em 1810. Assim, começaram as publicações, as notícias de jornal e as bibliotecas; os formatos dos livros mudaram até alcançar o livro digital. 

O livro é nosso companheiro na estrada da vida

Já parou para pensar que sua vida está escrita no livro da vida? Tanto de forma literal como espiritual: o registro de nascimento é feito no livro e a vida se explica na Palavra de Deus para todos os que creem, ou seja, início, meio e fim temos a companhia de um livro.

Isto para falar da importância do livro na vida das pessoas e podemos elencar muitas utilidades para esse companheiro. Por exemplo:

  1. A saúde mental;
  2. O exercício da memória;
  3. O prazer que a leitura possibilita;
  4. O estímulo à imaginação;
  5. E o conhecimento sobre todas as coisas.

Esses são apenas alguns benefícios que o livro nos causa. É comum também achar que apenas os estudantes precisam da leitura por causa da escola e da universidade. Porém, o livro e a leitura são para todas as pessoas e produzem conhecimento em qualquer idade.

Portanto, podemos chamar o livro de “companheiro na estrada da vida”, porque simplesmente ele está presente em todos os momentos e lugares; quantos livros mudaram a história e a vida das pessoas… Logo, ele é indispensável ao nosso crescimento humano. 

Que tal começar uma nova amizade?

Quando falamos de livros, tratamos de leitura também e por que não começar uma nova amizade com esse companheiro na estrada da vida? Para isso, vamos sugerir algumas dicas simples, mas eficazes para quem deseja criar o hábito de ler.

  1. Escolha um livro do seu gosto, ou seja, com um assunto interessante, atrativo.
  2. Ande com o livro; leve para todos os lugares, porque dez minutos fazem uma leitura acontecer;
  3. Invista tempo; dedique um momento para cultivar a leitura. Não precisa começar com muito, mas insista e logo a leitura se tornará um hábito;
  4. Recomece com outro livro, caso a leitura não esteja interessante para você. Não há problema em escolher outro gênero, isso faz parte das descobertas.
  5. Não leia com sono! O livro é um amigo e não um fardo. Estabeleça compromisso com ele e trate-o como a uma pessoa: com atenção e carinho.

Agora, com essa nova amizade, é possível ser exemplo para outros; surgirão novos assuntos nas conversas entre amigos; as palavras irão fluir, porque o vocabulário aumenta e aproveite para presentear alguém como um bom livro e contribuir com a cultura da leitura.

“Livros mudam pessoas e pessoas mudam o mundo” (autor desconhecido)

Quem disse essa frase foi feliz em sua colocação. De fato, a transformação do coração passa pela tomada de consciência sobre o que mudar para melhorar a nossa vida, e um bom livro favorece isso. Portanto, vamos dar três sugestões que podem ajudar sua vida:

#1 Obra literária “Ser de Deus é Rentável?” O Poder da Fé na Vida do Empreendedor – escrito por Frei Rogério – religioso mercedário. O livro traz fé e esperança para empreendedores que podem ser qualquer um de nós. Segundo o frei, “Empreender é um ato de fé por natureza. É iniciar um negócio sem ter todas as garantias que vai dar certo. É crer sem ver. Isso é fé!” 

#2 O livro: Os Bispos Mercedários no Piauí de Frei Fernando Cascón – religioso mercedário. Com uma narração emocionante, o frei fala sobre a trajetória da evangelização mercedária no Piauí e atuação dos bispos junto ao povo de Deus.

#3 O livro Voto de sangue: a jornada de um jovem em busca de liberdade do Frei Elionaldo Ecione e Silva – religioso mercedário. A partir de uma narrativa poética, o autor conta a história inspiradora de São Pedro Nolasco de uma forma simples e atual. 

Assim, é possível crescer na fé e conhecer a história de pessoas que dedicaram suas vidas pelo bem de tantos.

Precisando superar a dificuldade com a matemática? Confira aqui

Os veneráveis da Ordem Mercedária: quem são eles?

No dicionário, veneráveis são aqueles que tornam-se dignos de veneração; aqueles que merecem respeito. Logo, são pessoas que podemos imitar, porque deixaram exemplos louváveis que beneficiam a vida de muitos e contribui com a melhora da sociedade.

E vida de Cristo é inspiração de virtudes para todos os batizados, e alguns, de forma especial, conseguiram imitá-lo tão de perto que deixaram testemunhos e obras que permanecem em pé até hoje.

Mas quem são essas pessoas veneráveis? Vamos responder neste post e contar a história de duas pessoas virtuosas da Ordem Mercedária. 

Veneráveis são imitadores de Cristo

A história da Igreja está repleta de pessoas que amaram a Deus e entregaram suas vidas pela causa do Reino. Alguns desses cristãos se destacaram por suas qualidades heroicas que admiram o mundo até hoje.

Por exemplo, Irmã Dulce dos Pobres, a primeira santa brasileira, se dedicou aos pobres, construiu um hospital para os doentes e um lar para as crianças abandonadas; sua vida emociona e atrai colaboradores para sua obra de todas as partes do mundo.  

Santa Dulce só teve o seu nome escrito no cânon da Igreja depois de passar pelo processo de canonização, cujo primeiro passo é o reconhecimento de suas virtudes heroicas, ou seja, a Igreja Católica concede o título de venerável.

No entanto, esse reconhecimento tem como espelho a vida de Cristo, seu exemplo, seu amor e entrega a Deus. Assim, o que demonstra que o candidato é venerável é a prática das virtudes teologais de Fé, Esperança e Caridade, unidas às virtudes cardeais

Claro que a pessoa testemunha essas virtudes em vida, mas concede-se o título somente após a morte do venerável, quando começa o processo de sua canonização.

Veneráveis mercedários

Mas, onde podemos encontramos pessoas veneráveis?

Na Igreja e no mundo. Porque muitos são os testemunhos de leigos, sacerdotes, religiosas, jovens e até crianças que seguiram a Cristo e cultivaram a santidade por onde passaram e são reconhecidos pela Igreja.

E entre eles estão os veneráveis da Ordem Mercedária, uma família religiosa presente nos 4 continentes, 22 países,152 comunidades. A Ordem foi fundada em 1218 por São Pedro Nolasco com o objetivo de resgatar os cristãos capturados e obrigados a trabalhos forçados.

Os Mercedários, ao longo de oito séculos, continuam anunciando a liberdade aos filhos de Deus que sofrem no corpo e na alma diversas formas de escravidão. Como também presentearam a Igreja com santos, santas e histórias de santidade veneráveis.  

São muitos testemunhos de homens e mulheres, mas destacamos dois que são lembrados neste mês de outubro.

Um santo no Piauí: conheça Dom Inocêncio, bispo

João Nepomuceno Zegri e Moreno

João Nepomuceno Zegri e Moreno nasceu em Granada, Espanha, no dia 11 de outubro de 1831, no seio de uma família cristã. Seus pais o formaram como um verdadeiro cristão e deram-lhe uma rica educação que o capacitou para abraçar sua vocação logo cedo. 

Em 02 de junho de 1855, realizou seu sonho de ser sacerdote. E então o venerável começou sua carreira de santidade abraçando desafios e respondendo aos obstáculos com as virtudes da fé, esperança e caridade, principalmente junto aos mais pobres.

Como homem de Deus, foi um evangelizador incansável; gostava de rezar, meditar e escrever seus sermões. Ocupou cargos importantes, mas sempre viveu a maravilhosa humildade de Deus; preocupou-se com os problemas sociais e não cruzou os braços.

Mas sentiu-se chamado a fundar uma Congregação religiosa feminina para libertar os seres humanos de suas escravidões; e assim colocou a nova família religiosa sob a proteção e inspiração de Nossa Senhora das Mercês.

Após provar de muitas humilhações e perseguições pela própria congregação que fundou, morreu em 17 de março de 1905. Mas a Igreja o proclamou venerável em 21 de dezembro de 2001. 

Além de uma vida virtuosa, o venerável dedicou-se a escrever intensamente. Logo, deixou uma rica espiritualidade que alimenta as religiosas, os mercedários da caridade e tantas pessoas leigas que, impressionadas pela sua vida e caridade, querem seguir o mesmo caminho.

A virtuosa Isabel Lete Landa 

Ela se chamava Regina; nasceu em 7 de setembro de 1913, na Espanha. Em 1918, seu pai morreu, sua mãe foi internada em um hospital psiquiátrico e a menina foi confiada aos seus tios. E já adolescente cuidou dos doentes da guerra em seu país.

Mas sua vida de intimidade com Deus a conduziu às Irmãs da Misericórdia da Caridade (Mercedárias), em 1929, quando recebeu o nome de Isabel. Assim como Teresinha de Jesus, ela se ofereceu por amor e viveu uma espiritualidade simples, humilde e profunda.

Já na vida religiosa, foi enviada para trabalhar em um hospital para doentes de tuberculose e contraiu a doença, que a levou à morte em 13 de outubro de 1941, aos 28 anos. Mas a vida de quem ama a Deus não morre nunca, transforma-se em semente de vida.

As Irmãs Mercedárias testemunham o quanto a vida da venerável Isabel Lete Landa foi um exemplo que apaixonou a todos, porque ela entregou-se totalmente a Deus ao serviço do próximo sem se poupar; sua vida era toda amor.

E assim confirmou a Igreja quando a declarou venerável pelo Papa Bento XVI, em 2006. Logo, seu testemunho se tornou alimento espiritual para toda a Igreja, em qualquer lugar e tempo.

Agora, sigamos os passos dos virtuosos Isabel Lete Landa e João Nepomuceno Zegri e Moreno.

Conheça também a história do Sacerdote Mercedário que fundou o primeiro hospital psiquiátrico do mundo

Encontro de Convivência Vocacional Mercedária em Brasília

A vocação é uma descoberta que é feita ao longo da vida, mas principalmente na juventude, quando estão desabrochando as primeiras e mais importantes decisões. 

Encontrar nosso lugar no mundo e discernir sobre o que Deus quer de nós são tarefas que, muitas vezes, inquietam o coração dos jovens. Por isso, é tão importante participar de encontros vocacionais.

Foi pensando nisso que a Ordem Mercedária do Brasil realizou entre os dias 11 e 16 de outubro, no seminário São Pedro Pascual em Brasília, o Encontro de Convivência Vocacional Mercedário.

Esses encontros têm como objetivo ajudar no discernimento vocacional das pessoas que se sentem chamadas à vida sacerdotal e religiosa.

Durante esses dias, 16 jovens puderam aprofundar e refletir, em momentos de espiritualidade e convivência fraterna, sobre o chamado e a vocação Mercedária. 

Rezemos a Deus, pela intercessão de São Pedro Nolasco, para que esses jovens perseverem na vontade e no Chamado que Deus os fez. 

Se você também deseja conhecer melhor a vocação dos Mercedários, acesse aqui a página vocacional e entre em contato! 

Leia também: Vocação: uma descoberta pessoal

Paróquia Nossa Senhora das Mercês e DPMG realizam ação social em Ibirité pelo Dia Mundial dos Pobres

A Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) e a Paróquia Nossa Senhora das Mercês, na Comunidade São Francisco de Assis, em Ibirité, realizaram em conjunto a “3ª Ação Social Mercedária” da Pastoral da Saúde, em celebração antecipada ao Dia Mundial dos Pobres. O evento ocorreu no dia 8 de outubro (sábado).

Foram realizados atendimentos referentes à emissão de certidões de nascimento, casamento e óbito, expedição de ofícios para o Recivil (cartórios), além de prestação de assessoria jurídica nas áreas cível e de família e distribuição de exemplares de diversas cartilhas da Defensoria Pública de Minas.

Estiveram presentes as defensoras públicas Paula Mendonça e Bruna Marcia Latgé.

Diversas atividades realizadas

Houve também várias atividades, como aula de pilates, corte de cabelo, medição de pressão arterial, varal solidário, gibiteca, pesagem, verificação da glicemia capilar, auriculoterapia, relaxamento, aulão de alongamentos e exercícios posturais, além de recReações infantis: brinquedos infláveis, pintura, touro mecânico, dentre outros.

A ação social foi uma iniciativa da paróquia e contou com o apoio da Defensoria Pública e a participação da população.

A ação social foi uma iniciativa da paróquia e contou com o apoio da Defensoria Pública e a participação da população.

Dia Mundial dos Pobres

O Dia Mundial dos Pobres é comemorado no 33º domingo do Tempo Comum desde 2017. Foi estabelecido pelo Papa Francisco em sua “Carta Apostólica Misericordia et Misera”, emitida em 20 de novembro de 2016.

É celebrado no domingo anterior à Solenidade de Cristo Rei. Neste ano, será no dia 15 de novembro. A comemoração tem a finalidade de nos lembrar de que os pobres são uma realidade constante e desafiadora para todos nós, como cidadãos.

O comitê organizador propõe ações concretas para lutar contra a pobreza e por mais solidariedade com os pobres no Brasil.

Fonte: Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG)

Leia também: A Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Ibirité, realizou o Dia Mundial do Pobre

Alunos do Colégio Nossa Senhora das Mercês aprendem com a Realidade Virtual

Você sabe o que é a Realidade Virtual?

A realidade virtual trata-se um ambiente no qual é possível criar uma realidade física por meio de aparatos tecnológicos, simulando o ambiente real por meio de um sistema computacional.

Assim, é uma experiência totalmente virtual, criada artificialmente, ainda que seja semelhante ao ambiente verdadeiro.

Os alunos do Colégio Mercedário Nossa Senhora das Mercês tiveram essa experiência com uma percepção bastante realista.

O “acesso” à realidade virtual é feito por meio de óculos. Esse equipamento foi projetado para que não ocorra nenhum tipo de interferência externa, cobrindo completamente os olhos e o topo do nariz.

Dessa maneira, as lentes produzem um efeito chamado 3D estereoscópico, que é o que permite a interação completa do aluno no ambiente

Confira como essa turminha aprendeu se divertindo muito:

Expo Cultural 2022 no Colégio Mercedário Pio XII

No dia 08 de outubro aconteceu no Colégio Mercedário Pio XII a nossa Expo Cultural 2022, que teve como tema: Pio XII no ritmo da Copa do Catar 2022.

Com ampla participação da comunidade docente e em especial por parte dos alunos, foram muitos os trabalhos que demonstraram grande complexidade e trabalho em equipe.

Cada turma falou sobre um país que participará da Copa do Mundo esse ano.

Gostaríamos de parabenizar os alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio por todo seu empenho em fazer desta Expo Cultural, um evento tão encantador como este.

Confira as fotos:

O Recanto Mercê acolhe dependentes químicos que livremente desejam ser libertos das drogas

O Recanto Mercê em Alexânia-GO, é uma obra Mercedária que acolhe pessoas que desejam se libertar dos vícios decorrentes do uso, abuso ou dependência de drogas.
Uma obra de misericórdia que nasceu por vontade Divina, para que seus filhos sejam livres, que tenham vida, e vida em abundância!

Diversas atividades são oferecidas: palestras; acompanhamento psicossocial; esporte e lazer; espiritualidade; monitoramento e avaliação de sua evolução ao tratamento.

O Recanto servirá de fonte de autoestima e também de autossustento aos internos. Os recuperantes poderão trabalhar nas plantações, tratar dos animais ou ainda realizar trabalhos artesanais

O Recanto propicia moradia, alimentação e outras necessidades básicas para que os acolhidos continuem firmes na caminhada para uma nova vida.
Muitos cativos das drogas clamam pela redenção, e o Recanto Mercê é a resposta de Deus para a salvação desses que sofrem com as mazelas dos vícios.


Conheça mais sobre o Recanto Mercê neste vídeo e colabore você também com a missão de restaurar vidas!


Uma das forma de ajudar é financeira, enviando um PIX: Chave CNPJ: 34.292.938/0001-44
Ou através da conta bancária:
Banco do Brasil
Agência: 3478-9
Conta Corrente: 136692-0

Deus abençoe e retribua sua generosidade!

Confira como foi a Festa de Nossa Senhora das Mercês

Todos os anos, o dia 24 de setembro é uma grande celebração em cada local onde a Ordem Mercedária se faz presente, pois comemora-se a Solenidade de Nossa Senhora das Mercês, mãe e patrona dos mercedários. 

Solenidade em Brasília-DF

Este ano, a Paróquia Sagrado Coração de Jesus e Nossa Senhora das Mercês, em Brasília, celebrou a festa Mariana às 19h do dia 24, com a presença de uma comitiva da embaixada da República Dominicana,  que tem Nossa Senhora das Mercês como patrona do país e com a embaixador do Gabão, do Congo Brazzaville e a embaixadora da Espanha de onde se origina a Ordem das Mercês.

A delegação Dominicana trouxe um quadro da primeira imagem das Mercês que entrou no continente americano no ano de 1492. Uma belíssima fac-símile de 500 anos.

Presidiu a Celebração Eucarística o pároco e Frei Rogério Soares, que também, ao final da celebração, coroou a imagem de Nossa Senhora das Mercês. 

Toda celebração teve a transmissão ao vivo pelas redes sociais.

Após a missa, aconteceu uma quermesse com barracas típicas para celebrar esse dia festivo. 

Assista a celebração da Missa a Nossa Senhora das Mercês

Como surgiu a devoção à Senhora  das Mercês?

Sua origem aconteceu na passagem do dia primeiro para o dia dois de agosto de 1218, na ocasião da inspiração que levou o jovem Pedro Nolasco a fundar uma Ordem redentora: a Ordem de Nossa Senhora das Mercês para a redenção dos cativos cristãos. 

Nesse momento a Virgem Maria das Mercês vem ao encontro do jovem comerciante Pedro Nolasco, que em sua oração buscava uma iluminação para dar continuidade ao seu trabalho redentor.

Pedro Nolasco e seus companheiros estavam  resgatando cristãos desde 1203 dos cativeiros dos sarracenos e mouros. Entretanto, seus recursos haviam se exaurido, mas o desejo de dar a vida pelos cativos só aumentava em seu coração e nos corações de seus amigos. 

A inspiração mariana que Pedro Nolasco recebeu, comunicando a vontade de Deus a seu respeito, foi tão profunda e forte que ele fundou uma Ordem com o auxílio do Bispo de Barcelona e do Rei de Aragão e deu a essa Ordem o nome da Santíssima Virgem.

Desta forma, Nossa Senhora tem um lugar especial na Ordem Mercedária e merece todas as homenagens que lhe prestamos todos os anos.

Sacerdote Mercedário fundou o primeiro hospital psiquiátrico do mundo

Ao presenciar uma cena na qual batiam em um doente mental, o sacerdote mercedário padre Jofré o defendeu e começou um trabalho que culminou na construção do primeiro hospital psiquiátrico do mundo, na cidade de Valência (Espanha). 

Padre Juan Gilabert Jofré nasceu em Valência, em 1350. Desde criança, sentiu o chamado a ser religioso, mas para agradar seus pais, estudou Direito Civil e Canônico, em Lérida. Durante seu tempo universitário, conheceu São Vicente Ferrer que estudava Teologia lá.

Em 1369, retornou a Valência e começou a viver uma intensa vida espiritual, comungando com frequência, visitando os pobres e participando da Missa todos os dias. Entrou na Ordem das Mercês, no ano de 1370.

Depois, mudou-se para Valência e foi nesta cidade que padre Jofré realizou uma das obras mais importantes e pela qual será recordado: a criação do primeiro hospital psiquiátrico no mundo ocidental.

Em uma sexta-feira, 24 de fevereiro de 1409, padre Jofré estava saindo do convento da Praça da Mercê para a catedral. No caminho, provavelmente na rua Martín Mengod, antiga Platerías, perto da igreja de Santa Catarina, um forte alvoroço chamou sua atenção. Alguns jovens batiam e zombavam de um homem perturbado, gritando para ele: “louco, louco!”. O sacerdote se colocou entre os agressores e o agredido, protegeu o homem e levou-o para a residência mercedária, onde lhe concedeu abrigo e pediu que cuidassem de suas feridas.

Lá, começou a pedir caridade com os doentes mentais e a promover a criação de um hospital para essas pessoas. A iniciativa chegou aos ouvidos do papa Bento XIII, que autorizou o hospital em uma bula de 16 de maio de 1410, na qual o centro deveria estar sob a invocação dos Santos Mártires Inocentes.

Em 1º de junho de 1410, fundou-se o Hospital dos Inocentes para acolher os doentes mentais, pobres e crianças abandonadas. A capela do hospital foi dedicada à devoção de Nossa Senhora dos Desamparados, que depois seria a padroeira de Valência.

Este foi o primeiro hospital do mundo a fornecer aos doentes mentais um tratamento médico hospitalar e uma residência onde morar. Depois, tornou-se o atual Hospital Universitário de Valência (Espanha).

Padre Jofré se juntou a São Vicente Ferrer na evangelização de muçulmanos em Múrcia, Valência, Salamanca e Itália, e em outras missões de evangelização, até que, em 1417, retornou ao mosteiro mercedário de Nossa Senhora de Puig, onde faleceu assim que chegou. Era 18 de maio de 1417.

Em 1585, o corpo foi analisado e considerado incorrupto e flexível. Infelizmente, sua devoção declinou e no século XIX começou o processo de canonização, que foi retomado mais tarde no século XX. Finalmente, em 1996, foi reaberto e a fase diocesana foi concluída em 2007, e depois enviada para Roma.

Fonte: acidigital.com